
A discussão sobre o "bicliotecário como agente social" no atual contexto, onde o planeta passa por mudanças significativas no meio econômico e social, os comportamentos dos indivíduos sendo modificados com influências da internet, dando maior autonomia nas suas escolhas ou fazer ( ou reproduzir) determinadas ações em determinados websites e outras atividades que se mencionasse aqui ficaria muito extenso. Enfim o profissional bibliotecário precisa se adequar aos novos paradigmas, o profissional por meios de suas novas aptdões novos contextos a serem explorados a multidisciplinariedade onde o fazer biblioteconômico está, é capaz de mudar os conceitos medievais da sociedade diante do antigo esterióptico em que o profissional bibliotecário AINDA está inserido. Se antes o usuário precisava ir até a informação que precisasse, hoje em qual quer lugar onde existe um computador conectado a internet ele pode buscar a informação que lhe deseja e agora com o bibliotecário mediando esta informação ( pelo menos deveria ). Assim a figura ao lado reproduzida neste blog, da vanguarda intelectual de Berlim Edvard Munch, entitulada de "O grito" um quadro expressionista que na minha opinião tem haver com os paradoxos encontrados na nossa área. Os horrores comportamentais arcaicos que presenciamos, não pode ser passado adiante, assim, o quadro passa inquietações e angustias; as ferramentas para as mudanças estão todas postas, esperando que o profissional aja com ações coletivas, colaborativas e disseminadora. Refletindo sobre este cenário tenso criei este blog afim de discutir esses e outros assuntos com todos que se instigarem a participar.
4 comentários:
Realmente se faz importante discutirmos os novos paradigmas do profissional bibliotecário e desmitificar a figura ultrapassada deste profissional.
A obra de arte representa bem a indignação diante deste contexto.
Vamos solidificar nossa profissão no mercado de trabalho que tanto necessita de nossas habilidades!!!
Não só a imagem do bibliotecário como também a da Biblioteconomia deve se tirada do limbo em que foi colocada pelo fazer biblioteconômico do estereótipo de um lugar sóbrio de repertorio livros não de informação.
Certamente o bibliotecário pode contribuir para minorar os problemas comportamentais que presenciamos. Como isso pode ser feito pode ser discutido neste blog. Sugiro que podemos analisar iniciativas de bibliotecários pelo mundo, e avaliar suas possibilidades em nosso país.
Realmente os bibliotecários não podem ficar inertes frente ao processo evolutivo, é necessário evoluir tambem suas habilidades e competências.
Tais discussões abre-nos os olhos diante da inércia dos profissionais da área.
Vamos mudar este quadro!
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